PGR reúnem-se em Luanda e jogam magnífico jogo da sueca

Encontro recente das Procuradorias Gerais da República dos países da CPLP.

Depois de acertar as equipas tirando à sorte com palitos, Portugal e Angola formam uma equipa, São Tomé e Brasil fazem outra, enquanto Moçambique e Timor observam a partida sentados na baía, bebendo umas Cucas e comendo uns tremoços. A Guiné-Bissau pelos vistos não tem PGR na reunião.

Logo a abrir a procuradora de Angola corta paus com trunfo, deixando o colega Brasileiro todo lixado. Três rodadas mais tarde, ela joga o três de paus, causando grande confusão dado que tinha cortado antes. Ela nega tudo, e a colega portuguesa afirma que não há provas e não está certo acusar assim.

Perante o argumento, os outros estão de acordo, e o jogo continua. Vitória clara de Portugal e Angola, que passam à final após muito esforço. No entanto o jogo é interrompido para o jantar, e não é reatado em seguida dado ter-se terminado a cimeira. Os representantes regressam aos seus países satisfeitos com a produtiva cimeira de PGR. De certeza que tudo melhorará, e rapidamente!

 

4 em 4 portugueses vítimas de bullying austeritatis

A notícia é insuficiente: nos últimos dois anos cerca de 100% dos portugueses foram vítimas de bullying sob a forma de austeridade absurda.

Com a honrosa excepção dos políticos e seus financiadores, e todos aqueles que através da política arranjaram “empregos” bem bons nas magníficas grandes empresas lusitanas.

Post scriptum: para quando a expropriação das PPP?

Bullying: uma forma de toureio em que o boi ganha.

Os voos com gente suspeita… ou como o espiado ajuda quem o espia

Uma vez mais Portugal está na ribalta. Ou na vanguarda. É uma espécie de “Borne Identity” lusitano. Se um avião quiser sobrevoar o país e se suspeitar que lá dentro viaja um suspeito de espionagem, não português, mas americano, Portugal não deixa passar. Isto na mesma semana em que se revela que os Estados Unidos andaram a espiar a Europa durante anos.

O avião portanto não passa. Mesmo que lá dentro esteja de certeza o presidente da Bolívia, e se calhar também o tal suspeito de espião. Como afinal não estava o que talvez mas estava o de certeza, o país entra no ridículo total.

Confirma-se também que para estes governantes portugueses os princípios e a lei internacional só são para cumprir quando assim permitem os “aliados”.

Que vergonha.